Arroz – Integral

Como seu próprio nome sugere, o arroz integral é o grão íntegro: ele é obtido apenas pela remoção desse envoltório. Os grãos integrais são de cor amarela ou marrom-claro.
O Arroz Integral é completo (integral), por isso mantém as qualidades nutritivas, energéticas e vitais do grão.

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Descrição

Como seu próprio nome sugere, o arroz integral é o grão íntegro: ele é obtido apenas pela remoção desse envoltório. Os grãos integrais são de cor amarela ou marrom-claro.
O Arroz Integral é completo (integral), por isso mantém as qualidades nutritivas, energéticas e vitais do grão.
O Arroz Integral é rico em fibras, proteínas, minerais e vitaminas do complexo B. Como dele só é retirada a casca, os nutrientes concentrados na sua película e gérmen conferem mais vantagens à saúde do que o arroz processado, que mantém apenas o endosperma do grão, rico em amido.
A película, que reveste os grãos do Arroz Integral, é rica em hidratos de carbono, óleos, proteínas, vitaminas: A, B1, B2, B6, B12, niacina, ácido nicótico, ácido pantotênico, provitaminas C, E, e minerais em grande quantidade. Além de vitaminas e minerais, muitos antioxidantes já foram encontrados no Arroz Integral.
Entre os minerais presentes no Arroz Integral, o magnésio é o mais importante, além de fósforo e potássio. O Magnésio é um mineral que se encontra deficiente em grande parcela de nossa população, e possui funções nas mais variadas partes do corpo. Isto inclui a síntese de neurotransmissores, como a serotonina, a contração da musculatura, a formação óssea e a produção de energia.

Veja alguns dos benefícios do arroz integral

1) O arroz integral auxilia e preserva o intestino
O arroz integral é rico em fibras solúveis e insolúveis, o que ajuda no funcionamento e na proteção intestinal.
A fração de fibra insolúvel retém agua no intestino, aumentando o volume das fezes, o que consequentemente estica o cólon e estimula a evacuação. As fibras insolúveis previvem quadros de constipação e a ocorrência de colite.
As fibras solúveis, por sua vez, se ligam a substâncias cancerígenas, inibindo a sua “fixação” às células intestinais, evitando assim os casos de câncer colo-retal.

2) O arroz integral é bom para o sistema cardiovascular
O arroz integral apresenta quantidades significativas de magnésio. Este mineral ajuda a regular o ritmo cardíaco, a inibir a agregação das plaquetas e a relaxar o músculo liso dos vasos sanguíneos.
A pectina, fibra solúvel do arroz integral, também ajuda a reduzir outro fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares: o colesterol. Elas são capazes de reter os sais biliares, o que força o fígado a captar mais colesterol do sangue para sintetizar mais bile.

3) O arroz integral é bom para o cérebro
O magnésio também é importante para o cérebro. Ele é necessário para a síntese do neurotransmissor serotonina. O mineral ainda compensa a ação do cálcio em todo nosso corpo, que participa, por exemplo, do processo de transmissão de impulsos nervosos. O magnésio impede que ocorra um aumento abrupto de cálcio nos neurônios.
A vitamina E (alfa-tocoferol) encontrada no grão é um agente antioxidante, ou seja, ajuda a evitar doenças relacionadas com o estresse oxidativo. Além disso, as vitaminas B3 (niacina) e B1 (tiamina) ajudam no funcionamento do cérebro e sistema nervoso.

4) O arroz integral é bom para os músculos
O arroz integral ajuda no desenvolvimento da massa muscular, pois seu consumo mantém um nível de energia ao longo dia. Esses grãos são considerados carboidratos de digestão lenta, ou seja, após a digestão, a glicose vai sendo liberada de forma mais gradual para a corrente sanguínea. Com a metabolização da glicose, seu corpo mantem um saldo positivo de energia, proporcionando mais ânimo e força para os treinos.
O arroz integral também aumenta os níveis do hormônio de crescimento (ou GH) no organismo. O GH promove a queima de gorduras e o crescimento dos músculos.

5) O arroz integral é bom para os diabéticos
O arroz integral previne e ajuda a controlar o diabetes do tipo 2. Uma pesquisa, publicada na revista Diabetes Care, que contou com a participação de mais 2800 pessoas e durou 4 anos, mostrou que o consumo de fibras a partir de grãos integrais reduz os riscos de síndrome metabólica e de resistência à insulina.